
No Evangelho de Lucas vemos que o império romano mandou para a distante Cafarnaum um comandante altamente corajoso pois a região era mal afamada pelas constantes brigas, arruaças e até por guerrilhas que mantinham inquieta a Guarnição Militar.
Além de pacificar a região, teria também de fiscalizar as ricas caravanas vindas da Mesopotômia e do Egito.
O Centurião captou a amizade do povo, construiu com seus próprios meios uma sinagoga para os judeus piedosos.
Na casa do comandante o seu servo adoeceu. O evangelista Lucas, que era médico, verificou a gravidade.
O servo estava à beira da morte. Só um milagre poderia salvÁ-lo, Alguém lembrou do maravilhoso Jesus que estava naquela região. A fama deste era grande.
Fazia os cegos enxergar, os aleijados andar, curava os leprosos e ressuscitava os mortos. Era a única solução.
Uma comissão foi a Jesus e relatou como o Centurião e seu servo estavam sofrendo.
Apesar de residir em um palacete não se julgou apto a receber o Mestre Nazareno. Mandou um humilde recado: “Senhor, não te incomodes porque não sou digno de que entres em minha casa. Basta uma só palavra e o meu servo estará curado”.
Naquele exato momento o servo foi curado. Aquele comandante provou que o amor é capaz de vencer os maiores obstáculos. Assim tem agido o nosso Glorioso Exército Nacional reconhecido pela ONU.
Seguindo as pegadas do seu patrono, o Duque de Caxias que mostrou ser nos campos de batalha um militar corajoso, pacificador frente aos inimigos e cheio de humildade ao perdoar os vencidos. Aqui é bem representado pelo 36º Batalhão de Infantaria Motorizada sob o comando do Coronel Albino que pauta sua vida profissional como homem ungido por Deus que jurou servir a Pátria com o sacrifício da própria vida.
Zidelcy Alves Pereira
Coronel PM QOR
Uberlândia (MG)
Leitura dinâmica
"30 condutores são autuados esse mês por excesso de peso".
(1ª pág. do CORREIO de Uberlândia - 27/8/2008)
- Te falei que tinha que emagrecer, mas você nunca me ouve. Viu a nova lei?
- Vi não, são tantas que nem me dou conta mais.
- Pois põe atenção pelo amor de Deus; motorista gordo pode mais não.
- Não?
- Não. Li no jornal lá na banca da praça.
- Coisa esquisita. Já não podemos isso nem aquilo, agora querem saber quanto peso? Que doideira, assim não dá, aonde vamos parar? Mas me conta por que não? Me dê uma, uma só razão para gordo não poder dirigir?
- E sei lá eu. Só vi as letras grandes da chamada na capa do jornal. Não deu tempo de ler tudo. Estava em cima da minha hora, correria de sempre, sabe como é. Mas é sempre desse jeito; eles criam as regras e pronto, temos que cumprir. Lei é lei e não se discute.
- Sei. Lembra da caixinha de primeiros socorros? Vai ver que mais essa também nem pega.
- Olha só, se pega ou não pega, não é problema nosso. Trata de emagrecer se não você não vai fazer nem para pagar multa. Vai dando bobeira vai, já pegaram trinta.
William H Stutz
Médico veterinário sanitarista
whstutz@netsite.com.br

Pra começar, democracia no Brasil já virou um mito, um caso mal resolvido que, há muitos anos, tal não é praticado e tão pouco falado entre membros e uma sociedade. Falar em democracia nos tempos de hoje é algo que, para os que almejam justiça, precisa-se de um aperfeiçoamento na raça humana ou acreditar na nova geração. É difícil conceituar democracia e mais difícil praticá-la. Hoje, com tantas e diferentes profissões existentes, não é fácil encontrar um cidadão que, lidando com a necessidade de coletar e manter informações sobre o caráter de cada pessoa ao seu redor, consiga manter seu profissionalismo na função em que exerce. Por outro lado há também uma nova geração que luta e almeja uma nação melhor, justiça onde quando um cidadão no exercício de sua função, um policial militar, por exemplo, haverá de colocar em prática conceitos de democracia que produzam a justiça social. Diante disso, conclui-se que, para deixar de pensar em aperfeiçoar o homem, devemos contar com a nova geração, acreditar que os jovens cada vez mais vêm desenvolvendo uma forma inovadora de idéias, uma democracia que consiste em fortalecer a cidadania sempre no intuito de atingir a justiça social.
Helen Vital Vicente
Estudante de Direito
Uberlândia (MG)
helenvital@gmail.com
Divisão de classes
O ministro Tarso Genro nunca poderia ameaçar os membros do STF, qualquer que seja o pronunciamento a respeito da reserva Raposa Serra do Sol. Toda decisão do Supremo tem que ser obedecida. Os índios que não são da Índia deveriam ser chamados de brasileiros mesmos. O que está acontecendo agora é mais uma divisão de classe social, ou seja: branco X preto; rico X pobre; empregados X patrões; estudantes de universidades X Pro-Uni; sem cotas X com cotas; nordestinos X sulistas. Essa divisão tem sido pregada pelo presidente Lula!
Mario Borges de Oliveira
Empresário
Goiânia (GO)
marioborges@cultura.com.br
Candidatos
Nos últimos dias, eu tenho acompanhado, com muita atenção, as apresentações dos candidatos a prefeito e a vereador na nossa cidade. Pelo que eu vi até agora, os eleitores vão ter muita dificuldade para escolher por que cada um dos candidatos se apresenta com muita competência e muita vontade de trabalhar pelo povo. Nossa Uberlândia, na minha opinião, está de parabéns pelos candidatos inteligentes que tem.
Marina Sampaio Bragança
Auxiliar de vendas
Uberlândia (MG)
Greves
Eu escutei no rádio que os motoristas e cobradores de ônibus da nossa cidade e professores do Estado estão ameaçando entrar em greve. Todos os anos é a mesma coisa. Eu não aceito greve de funcionários de empresas de ônibus nem de professores, porque a paralisação desses dois serviços prejudica e muito toda a população. Essa prática de fazer greve é antiga e antiquada. As pessoas modernas usam o poder de negociação para resolver os problemas entre patrões e empregados. Greve é coisa antiga e todos nós sabemos que com elas a maior prejudicada é a população que precisa cumprir a obrigação que tem e não possui carro particular para ir de casa até o serviço. Gente, greve de trabalhadores de ônibus e de professores não resolve nada, mas prejudica a população pobre em toda a cidade.
Sulamita Peixoto Gomide
Mãe de família e empregada no comércio Uberlândia (MG)

À repórter Núbia Mota.
Hoje bem de manhã li no caderno Revista sobre a primeira Festa Literária de Uberlândia. Para mim que sou autor de quatro títulos e batalho neste nicho, foi novidade. Que bom que a Secretaria de Cultura resolveu abarcar esta idéia. Considerando o fato de eu lutar para dar visibilidade comercial aos escritores locais e, principalmente, o momento, ou seja, esta festa literária que teve início no dia 27 e vai até o dia 31, encaminho-lhe minhas idéias em formato de “perguntas e respostas” elaboradas por mim mesmo objetivando a produção de uma matéria no mesmo caderno.
Mantenho contato com a Editoria de Opinião do CORREIO de Uberlândia, que tem conhecimento do assunto e sabe que já apresentei um requerimento pedindo um espaço à Secretaria de Cultura para divulgar obras de autores municipais. Assinaram o requerimento mais de 10 pessoas (jornalistas, escritores e músicos). Saliento que essa minha investida não tem, absolutamente, nenhum cunho político, mas tão-somente agitar as pessoas envolvidas com literatura.
J.B.Guimarães
Escritor
Uberlândia (MG)
Debate político
Li no Opinião a carta de um leitor de Goiânia (não sei se é eleitor lá ou aqui) opinando sobre debates no 1º turno. Parece-me que muito mais que falar sobre o debate, usou o espaço para ressaltar as virtudes que ele vê no então candidato Odelmo Leão. Ora, acredito que todos os atuais candidatos a prefeito já contribuíram e contribuem de alguma forma para a nossa cidade. Claro que cada um tem sua área de atuação. Uns atuam mais na defesa de empresários, de produtores rurais, outros atuam na defesa de trabalhadores, outros atuam com um olhar voltado para os excluídos da nossa cidade (porque em Uberlândia, embora não pareça, há muitos problemas sociais!). O importante é que os debates com os candidatos que comparecerem sejam realmente para a apresentação de propostas que visem a diminuir a desigualdade social em nossa cidade com humanização e democracia e não para ataques pessoais. Que o objetivo maior dos debates seja o de esclarecer o eleitor, não com promessas, mas com propostas de ação. E que o eleitor seja respeitado!
Ana Maria das Dores
amariadores@yahoo.com.br
Uberlândia (MG)
Observâncias
Amiga um dia.
Molhar plantas para segurar flor nessa seca que dói, carece? Vinga? Num pensar e de espírito em paz caraminholei: água boa mesmo clara amiga, da de segurar flor é aquela que vem de cima, do céu. É aquela que conversou com os anjos e chegou mais perto das estrelas. Água resteira ajuda a manter viva as plantas; um viver-esperar-que-hora-chega, mas florada fica fraca, e o verde pálido/sofrido.
Penitência.
William H. Stutz
Médico veterinário sanitarista
whstutz@netsite.com.br
Petróleo do Brasil
Eu gostei muito de escutar o presidente Lula falando na televisão que o Brasil tem uma grande reserva de petróleo e que essa riqueza vai servir para combater a miséria no nosso País. O presidente falou que não vai permitir que a riqueza do petróleo do Brasil vá parar nas mãos dos gringos que controlam a Petrobras e eu aprovo o que ele falou.
João Glicério Nunes
Servidor público aposentado
Uberlândia (MG)

Diferentemente do que foi apresentado na edição de domingo (17), a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Mórmons, não pratica o casamento plural ou poligamia.
Infelizmente, uma parte dissidente da igreja manteve essa prática até os dias de hoje e, muitas vezes, são confundidos com os membros da igreja mencionada na edição de domingo. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não endossa a quebra das leis civis e os seus membros são ensinados que o casamento precisa ser monogâmico e não aceita como membro qualquer pessoa que pratique o “casamento plural”.
Roberto Reis
roberto.reis@sud.zzn.com
Ônibus lotados
Em certas horas do dia, os ônibus em Uberlândia andam superlotados. O prefeito anunciou a contratação de nova empresa e esta informou que comprou quase cem ônibus novos, mas, mesmo com todo esse esforço, que não foi pequeno, os passageiros, nas linhas de maior movimento, continuam espremidos uns nos outros. Eu estou esperando que os candidatos a prefeito apresentem uma proposta verdadeira para resolver o problema do transporte coletivo na nossa cidade e espero por propostas realizáveis e não promessas enganosas só para pegar os votos dos eleitores. Eu sei que o atual prefeito fez o que pôde e sei também que o problema é muito sério, mas a gente quer andar com mais conforto nos ônibus de Uberlândia.
Josefina Pandolfo (Jô)
Consultora de moda
Uberlândia (MG)
Debate com jovens
Li no jornal “O Tempo“ de Belo Horizonte que os estudantes da PUC vão promover debates com todos os candidatos a prefeito da capital. Eu acho a idéia genial e oportuna, porque os estudantes podem interrogar os candidatos sobre as propostas deles para os jovens que agora podem começar a votar a partir dos 16 anos. Aproveito o espaço da Opinião do Leitor para sugerir aos estudantes da UFU e aos das outras escolas superiores da nossa cidade que também promovam debates com os candidatos a prefeito.
Vai ser muito importante para se conhecer as verdadeiras propostas deles para os jovens uberlandenses.
Carla Petrucci
Nutricionista jovem
Uberlândia (MG)
Candidatos
Eu estou gostando demais das apresentações dos candidatos a prefeito e a vereador na televisão. Vejo que, neste ano, todos os candidatos são muito competentes e estão fazendo promessas que eles podem cumprir se forem eleitos.
Não escutei até agora ninguém fazendo promessa falsa e acho que o nível dos candidatos está alto. Gostei também dos candidatos a vereador, porque são homens e mulheres com responsabilidade e sabedoria política. Por isto, neste ano, vai ser fácil escolher um candidato para trabalhar pelo povo da nossa cidade que está ficando bem civilizada com várias faculdades e muita gente conquistando diploma de curso superior. Uberlândia está realmente ficando uma cidade muito civilizada e culta no Brasil e isto é bom para nós e para os nossos filhos.
Juvenal Calvetti Pereira
Vendedor e estudante universitário
Uberlândia (MG)
Foto:Muriel Gomes

Álvaro Eduardo Eiras
Erramos
Ao contrário do que foi publicado ontem na matéria “Tecnologia pode ser aliada contra a dengue”, a aplicação do Monitoramento Inteligente do Mosquito da Dengue (MI-Dengue) em Uberlândia custaria ao Município, no máximo, R$ 350 mil ao ano. Na mesma matéria, a foto publicada não era do autor do projeto, Álvaro Eduardo Eiras (foto acima), Ph.D do Laboratório de Ecologia Química de Vetores da UFMG.

Acabar com a fome seria o equivalente a querer acabar com a pobreza é utopia, ela é o mal do mundo, portanto, não se acaba num passe de mágica. Mas existe uma fome que pode ser combatida com sucesso, a fome de ídolos. As Olimpíadas serviram para mostrar o quanto o brasileiro tem fome de ídolos e quanto o nosso Brasil está distante das grandes potências. Principalmente num momento em que o nosso País busca uma hegemonia no campo energético com o advento do bicombustível e das recentes descobertas das reservas de pré-sal. Desde a descoberta do Brasil que a gente sabe que o nosso solo é tremendamente rico. Porém, mais rico que o solo é quem ocupa esse solo, no caso, o brasileiro. Só que essas descobertas, também não foram feitas. É preciso uma Olimpíada, para que, de repente, os brasileiros tomem conhecimento de que temos um nadador com sobrenome italiano Cielo e uma brasileira com nome inglês, Maurren. Para acabar com essa fome de ídolos que temos hoje no País, só existe um caminho, investir maciçamente nos esportes, tirando projetos do papel e permitindo que Josés, Joãos e Marias possam vir a se constituir em novos ídolos brasileiros.
Que o governo invista maciçamente em projetos como o Bolsa-atleta, mas também possa promover um PAC no esporte, com a iniciativa privada, adotando aqueles que desde cedo revelam vocação esportiva. Que o ensino da Educação Física volte a fazer parte de forma efetiva do ensino fundamental, pois só assim será possível identificar vocações esportivas nos filhos dessa nação que tem fome de ídolos. Quem sabe o esporte não possa contribuir de forma significativa para se vencer a fome, miséria, exclusão social e salvar muitas vidas? A China deu um grande exemplo ao mundo, alem do crescimento econômico ela mostrou que também pode ser a maior no esporte. Assim como o Brasil, a China também é um país de contrastes, ao mesmo tempo que tem uma agricultura intensiva, existem mais de 30 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza. As Olimpíadas serviram para que a China resolvesse o seu problema de fome de ídolos. Quem sabe, não está na hora de pensarmos em eliminar a fome de ídolos no Brasil, promovendo um amplo programa de Educação Esportiva, que possa contribuir para uma geração mais saudável e brilhante. Parafraseando o espírito olímpico do Barão de Coubertin, “o importante não é só competir, mas ajudar quem queira competir”.
Márcio Alvarenga
Jornalista
Uberlândia (MG)
Almas Gêmeas
Certo leitor do CORREIO de Uberlândia, lembrou-me de fatos que levaram nossa nobre cidade a ter a alcunha de “Moscou Brasileira” em tempos passados. Lembro-me disto muito bem, pois eu tinha uma parenta muito querida, que era uma das financiadoras da seção local do Partidão. Era rica, como quase todos os adeptos na época de Stalin, Beria, Tito. Tinha fazendeiro de peso, latifundiário de elite, comerciantes de bom tamanho que adoravam o Signo Vermelho — signo com a foice e o martelo —, enquanto esperavam o futuro advento do computador. Lembro-me que um dia, ao ver a bela e endinheirada tia doando uma nota de 500 mil cruzeiros, ou coisa parecida, a membros da seita vermelha e eu doido pra comprar um picolé, disse a ela o que me valeu uma moeda de um cruzeiro que teria sido furtada pelo Imperialista Materialista, dono de uma carrocinha de picolés feitos com água suja de Uberlândia, antes de o Renato de Freitas construir a Estação de Tratamento da Sucupira nos anos l970. Por isto, limito-me a dizer ao dr. Rosalvo, de alvas idéias políticas, e a outros que assim pensarem, que, os Estados Unidos e o último representante oficial do esquerdismo comedor de criancinhas, a grande China, dita comunista, são almas gêmeas, capitalistas de primeira hora e ordem e que a grande nação das Américas está perdendo feio em medalhas de ouro e outras, por que no momento atravessa uma das suas maiores crises financeiras.
João Roberto Spini Machado
Advogado e professor
Contagem (MG)
mrobertto@uol.com.br

Dia 23 passado foi o Dia do Internauta. Tudo começou na Guerra Fria, especificamente nas décadas de 1960 e 1970, quando o governo norte-americano desenvolveu um sistema de compartilhamento entre computadores militares para troca segura de informações. Com o tempo, esse sistema (que era chamado de Arpanet) foi se desenvolvendo e começou a ser utilizado, também, para pesquisas acadêmicas, o que foi aumentando o número de usuários e a necessidade de maior e melhor estrutura de dados. Enfim, a internet que hoje conhecemos (com uma diversidade de recursos interativos e de multimídias) foi fruto do desenvolvimento da Arpanet e de pesquisas do cientista Tim Berners-Lee, que, em agosto de 1991, publicou sua proposta para a internet. Por isso o dia 23 de agosto é o Dia do Internauta. Hoje, fazer um pagamento, ver extrato bancário, reservar lugar no cinema, fazer uma videoconferência gratuita é possível... Como seria o mundo sem a preciosa internet? Imagine você sem a televisão, o rádio e a energia!
É a mesma coisa com a internet. Imagine o mundo sem ela. O ciberespaço, querendo ou não, hoje movimenta o País, o mundo e quase o universo, e precisamos estar atentos a isto. Precisamos saber remar a favor da correnteza e essa correnteza é a internet. Tudo que fazemos em nossa vida, desde uma pesquisa acadêmica até uma compra com o cartão de crédito, de uma forma ou de outra, a internet está no meio com seu jeito interativo de fazer o mundo. As evoluções da web hoje são claras. Em 1995 quando começou a se “popularizar” a internet, poucos tinham acesso a computadores e muito menos a web.
Hoje, 16,9% da população mundial acessa a internet de alguma forma, seja por computadores, palm-tops ou celulares (Wikipédia). E a evolução não pára por aí.
Estejam atentos, internautas!
Ericson Sobrinho
Web designer
Uberlândia (MG)
ericsonarte@hotmail.com
Cadê o Setran
Cadê a Setran que não patrulha a rua Prata, em especial entre as avenidas Floriano Peixoto e Cesário Alvim?
Se os fiscais passassem por lá durante o horário comercial, constatariam, in loco, a quantidade de automóveis que estacionam no lado esquerdo da rua, local proibido. Há quem estacione exatamente ao lado da placa que sinaliza essa proibição. Se não há fiscalização, dá nisso. Conseqüência imediata: a rua fica com apenas uma faixa de trânsito desimpedida, fazendo com que os que trafegam pela pista da esquerda sejam obrigados a mudar de faixa, o que gera lentidão e riscos de acidentes.
Maurício de Araújo
Uberlândia (MG)
mauricio.de.araujo@gmail.com
Debates em Uberlândia
Vejo notícia, no CORREIO de Uberlândia, que o prefeito Odelmo Leão, candidato à reeleição, não pretende ir aos debates no 1º turno.
O prefeito Odelmo já prestou muitos serviços para a cidade de Uberlândia, ocupou altos cargos como líder do PP na Câmara Federal; em Uberlândia foi presidente do Sindicato Rural, conselheiro e diretor do UEC e agora é o prefeito. Odelmo tem muito a mostrar num debate com outros candidatos. No 2º turno, quem passar poderá simplesmente recusar qualquer tipo de debate igualando-se a ele. Eu prefiro acreditar que o Odelmo Leão vai comparecer a qualquer tipo de debate e em qualquer emissora de rádio ou televisão.
Mário Borges de Oliveira
Empresário
Goiânia (GO)
marioborges@cultura.com.br

É chegado o momento da caça aos votos. São inúmeros os candidatos que, por variadas razões, desejam um lugar nos poderes Executivo ou Legislativo. Muitas promessas são feitas, mas raramente são cumpridas. Elegemos vereadores para que sejam nossos representantes e porta-vozes dos mais elementares anseios que possam nos conduzir a uma sociedade mais justa, na qual possamos exercer o direito da plena cidadania. Focado na busca deste direito, farei algumas observações que vão ao encontro às reivindicações de uma grande parcela de cidadãos que habitam nossa cidade e necessitam do poder público para que os problemas sejam resolvidos.
É gritante a deficiência de placas indicativas de ruas. Quando existem estão, na maioria, colocadas no sentido inverso do fluxo dos veículos, impossibilitando a leitura e tornando a busca de endereço uma tarefa desgastante.
O bairro Martins, a exemplo de outros locais, se destaca com várias ruas paralelas Artur Bernardes e Raulino Cotta Pacheco; Carmo Gifoni e Vieira Gonçalves; José Andraus e Rivalino Pereira e avenidas Engenheiro Diniz e Fernando Vilela; Araguari e Sacramento; Belo Horizonte e Vasconcelos Costa, com a mão veicular no mesmo sentido. Isto dificulta e atrapalha a busca de um determinado endereço, visto a quantidade de quadras a percorrer até o local desejado.
Se é uma tarefa difícil para um morador da cidade, imagine para um visitante. O trânsito está cada vez mais caótico com tendência a piorar, se não forem estipuladas regras para a circulação de caminhões e carroças, principalmente no Centro da cidade. Vale lembrar que o aumento do número de motos em circulação exige uma fiscalização maior para coibir as imprudências dos motoqueiros.
As calçadas públicas são, em sua maioria, estreitas, esburacadas e algumas delas apresentam degraus, rampas para entrada de veículos em suas garagens, e muitas servem como depósito de entulhos pondo em risco a integridade física dos transeuntes que têm de utilizar a rua para usufruir do direito de ir e vir. Os terrenos vagos continuam usados como depósito de lixo. As praças da cidade exibem, principalmente nos fins de semana, uma lamentável demonstração de desleixo e falta de cidadania.
Os motoristas que circulam pelos bairros da Colina; Jardim Caraíba; Jardim das Acácias; Cidade Jardim e imediações têm enfrentado dificuldades devido ao intenso fluxo de estudantes que se dirigem às faculdades localizadas nessa área. A aplicação de um estudo de tráfego que desobstrua os pontos de estrangulamento facilitaria a vida dos moradores e de todos que necessitam circular por ali. Finalmente, uma pergunta: qual o destino do lixo produzido em nossa cidade?
Euripedes B. Jesus
Professor/UFU
euripedes@facic.ufu.br

Depois da humilhante derrota da Seleção Brasileira de Futebol para a Argentina, na China, na minha opinião é preciso rever os critérios de organização de Seleções no Brasil. E defendo que a BDF acabe com o machismo no futebol e mande escalar homens e mulheres juntos na mesma Seleção Nacional de Futebol. O Brasil tem grandes jogadores e grandes jogadoras, mas só os protegidos pelo técnico são convocados e escalados. Ninguém ignora que a jogadora Marte é uma craque importante e muito competente. Então por que não escalar jogadores homens e mulheres na Seleção? A Marta teria representado melhor o Brasil na Seleção dos Homens em Pequim se tivesse sido escalada no lugar do Ronaldinho Gaúcho que não fez nada dentro do campo e só atrapalhou os outros jogadores. Precisamos acabar com o machismo no futebol e dar um exemplo em 2014 quando o nosso País vai organizar a Copa do Mundo, Nessa ocasião a CBF poderá apresentar um time misto organizado com jogadores homens e jogadoras mulheres, todos unidos para defender o Brasil. Vai ser um espetáculo inesquecível.
Maria Therezinha Togliatti
Auxiliar de Contabilidade – UDI – MG
Candidatos a vereador
Pelo que eu já vi na televisão o número de candidatos a vereador em nossa cidade é muito grande. Tem candidatos homens e candidatas mulheres, todos interessados em conquistar um bom emprego por quatro anos. Eles e elas falam que querem trabalhar pelo povo, mas na verdade, eu nunca vi um vereador ou vereadora trabalhando. Eu só vi vereadores na TV Universitária falando, falando e dando títulos de homenagens para pessoas importantes. Tomara que os vereadores que se elegerem neste ano, realmente trabalhem para ajudar o povo, principalmente para acabar com o tráfico de drogas e garantir que os bandidos que agem na cidade fiquem presos em cadeia de segurança total.
Ismael Soares Bezerra
Técnico de refrigeração – Uberlândia – MG
Técnico da Seleção
Depois da derrota na China para a Seleção da Argentina, eu não acredito que a CBF vai segurar o Dunga como técnico da Seleção Brasileira. O Ricardo Teixeira precisa, com urgência, escalar outro técnico para treinar a nossa Seleção para que na próxima Copa do Mundo não aconteça outro desastre contra o Brasil e contra os brasileiros. Eu quero deixar bem claro que não sou contra o Dunga como pessoa. Eu só não acredito nele como técnico vencedor porque ele tem os pés frios. Nós precisamos escalar um técnico de sorte e o Brasil tem muitos deles. Eu só não acredito no Felipão, no Leão e no Luxemburgo porque eles já deram o que tinham de dar. Para mim um bom técnico para a Seleção é o Mano Menezes. Eu estou esperado para ver o que é que o Ricardo Teixeira vai fazer na hora decidir quem vai ser o técnico da nossa Seleção para a próxima Copa.
Limírio Felice
Consultor de Transportes – UDI – MG
O petróleo é nosso
Fiquei muito contente quando escutei o Lula falando na Televisão que a partir de agora o petróleo do Brasil vai ser nosso. O petróleo do Brasil não vai mais ser da Petrobrás que é uma empresa na qual os gringos norte-americanos mandam e não pedem, conforme disse o Lula. Gostei muito quando escutei o Presidente falando que o petróleo e uma riqueza do povo brasileiro e vai servir para melhorar a educação dos nossos jovens e acabar com a pobreza no Brasil. Eu apoio a decisão do nosso presidente para melhorar a vida da gente.
Joaquim Honorato Sobrinho
Funcionário público aposentado – UDI - MG

Estas Olimpíadas serviram para muita gente como eu descobrir que na China civilizada também existe maracutaia. Vi isto quando os jornais noticiaram que aquela menina cantora vestida de vermelho, na Abertura dos Jogos, encantou o mundo com uma canção maravilhosa, mas na realidade ela estava era dublando.
A voz da simpática menina chinesa era de outra cantora que estava oculta. Tapearam o mundo, enganaram-me também. Isto me leva a acreditar que as medalhas de ouro que os atletas chineses estão ganhando aos montes podem também ser fruto de maracutaia. Os chineses devem estar fazendo isto para fazer propaganda do comunismo que ainda existe lá e faz com que milhares de chineses pobres trabalhem de graça para os ricos. O comunismo é isto: a exploração dos pobres pelos ricos e isto na China está visível para quem quiser enxergar.
Rosalvo Peixoto Parreira
Consultor de negócios
Uberlândia (MG)
Triste realidade
Os jogos olímpicos da China estão caminhando para o fim e o Brasil deverá sair de lá com um resultado muito franco, abaixo do que a gente estava esperando. Só o Galvão Bueno e os comentaristas da Rede Globo se esforçam para dizer que os atletas do Brasil são competentes e bem preparados.
No mínimo, eles não tiveram sucesso por azar. O Brasil acaba mal nos jogos da China e isto ninguém pode negar. Lamente por ser brasileiro e torcedor do Brasil, mas estou consciente de que ninguém vai poder fazer nada contra os organizadores da Olimpíada na China.
Na verdade é preciso treinar forte para fazer bonito na Olimpíada de 2016 que o Lula quer trazer para o Brasil.
Ernesto Felknner
Estudante universitário
Uberlândia (MG)
Novelas eleitorais
Como eu tenho dito, é impressionante a capacidade que alguns políticos têm para iludir, em especial, os eleitores menos informados e de baixo senso crítico. Durante a propaganda eleitoral pela TV, aqui na cidade de Uberlândia, as cenas e as encenações veiculadas no programa de um dos candidatos a prefeito em nada deixaram a desejar das novelas globais, como aquelas das 18h que abordam temas de época ou mesmo aquelas produzidas pela TV mexicana.
A pieguice e o sentimentalismo encenados pelos "atores", não deixaram nada a desejar aos profissionais da arte de encenar. Nunca vi nada semelhante em termos de propaganda eleitoral. Fica clara a intenção do candidato em fantasiar e deslumbrar os desavisados com a falsa idéia de uma simplicidade que de fato não existe, "exacerbando" valores familiares que passam longe da sua realidade, pois a verdadeira intenção é o jogo do poder, onde os fins justificam os meios. Espero que os eleitores e eleitoras de Uberlândia saibam discernir entre a verdade e a ardilosa encenação de um palanque eleitoral, não se deixando levar pelas armadilhas da fantasia eleitoreira que dizem não ao desrespeito à inteligência das pessoas, à ética e aos valores familiares de fato.
Chega de políticos que, focados em recompensas ilegítimas, enganam e iludem o povo com as suas falsas promessas.
Esse País só se transformará em uma grande nação a partir do momento em que o cidadão e o eleitor excluírem da vida pública os indivíduos que fazem do exercício de um mandato, um meio de vida e um modo de sobrevivência.
Leonel Ricardo de Andrade
Médico
Uberlândia (MG)
landrade33@netsite.com.br

Publicar pesquisa de opinião “encomendada” nunca deu certo. Aqui em Goiânia, em 1998, o candidato ao governo, Iris Rezende, tinha 70% de intenções de votos e seu adversário, Marconi Perillo, 20%. O restante era de indecisos. Faltavam sete dias para as eleições e, na apuração, o candidato que somente tinha 20% ganhou a eleição. O instituto alegou que somente fez a pesquisa 90 dias antes das eleições e quem pagou a pesquisa continuava explorando o resultado diariamente.
Mario Borges de Oliveira
Empresário
Goiânia (GO)
marioborges@cultura.com.br
Licença-maternidade
Estou sabendo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai aprovar o projeto de lei que amplia de quatro para seis meses o período de licença-maternidade. Eu acho que o presidente está perdendo a oportunidade de fazer justiça para quem é mãe neste país. O certo seria aumentar essa licença para um ano, porque este é o período que toda mãe precisa para formar a personalidade do filho e garantir uma geração sadia no futuro.
Não gostei da informação de que as empresas privadas vão poder aderir ou não à licença com mais de quatro meses. Está na cara que a maioria vai optar pela licença de quaro meses. A ampliação do prazo da licença-maternidade deve ser obrigatória para todos as empresas e órgãos públicos federais, estaduais e municipais e nunca opcional. Esta é a minha opinião.
Josefina Pandolfo
Mãe de família e empregada no comércio Uberlândia (MG)
O Pré-Sal é nosso
A UGT — União Geral dos Trabalhadores — lança hoje a campanha “O Pré-Sal é nosso”. A UGT assume, com os sindicatos, partidos políticos e sociedade civil organizada, a campanha para discutir e participar da destinação final dos lucros que surgirão com a exploração das camadas de pré-sal. O País ocupa o 24º lugar entre as maiores reservas de óleo e gás no mundo. Com o pré-sal passará para o oitavo ou nono lugar, posições hoje ocupadas por Venezuela e Nigéria, respectivamente.
Em termos de incremento das reservas, o salto representará um crescimento dos atuais 14,4 bilhões de barris de óleo para algo entre 70 bilhões e 107 bilhões de barris de óleo. Ao reivindicar ativamente o planejamento e destinação final dos lucros do pré-sal, a UGT participará, com a sociedade civil organizada, da destinação de qual parte do lucro será investido em Educação, Saúde ou infra-estrutura. A campanha ”O Pré-Sal é nosso” tem o objetivo de distribuir o lucro do pré-sal e incluir vastos setores da nossa economia no mundo moderno, porque a UGT quer o pré-sal como vetor de distribuição de renda.
Ricardo Patah
Presidente da União Geral dos Trabalhadores
Minha decepção
Eu estou muito decepcionado com o desempenho dos nossos representantes esportivos nas Olimpíadas de Pequim. O time de futebol comandado pelo Dunga foi uma decepção. Nós conseguimos mostrar para o mundo que não temos condição de enfrentar nossa tradicional rival, a Argentina, que pelo desempenho merece ser novamente campeã olímpica. Contra fatos reais não existem argumentos. Os argentinos, neste momento, são melhores do que os brasileiros e por isto ganharam de goleada da incompetente Seleção do Dunga. Agora precisamos pensar na próxima Copa do Mundo.
Mário Levindo Padilha
Torcedor do Brasil
Uberlândia (MG)