Busca










Pensando Bem







25-10-2008


Ser, fazer, ter



Incrível como as pessoas se queixam da vida. Se queixam do trabalho, do patrão, dos colegas, do filho,  da esposa, do pai, da mãe, do vizinho, do governo e de tudo que os cerca. Uma das principais reclamações está relacionada com dinheiro. São poucas as pessoas que não estão insatisfeitas com seus rendimentos. Acham que merecem muito mais do que ganham e que o patrão é ganancioso ou não reconhece sua importância para a empresa onde trabalham. Revoltam-se com isso e como conseqüência a qualidade do que fazem no trabalho baixa e a sensação de mal-estar vai se intensificando com o tempo, afetando também todas as atividades  fora do contexto profissional. Muitas doenças se originam aí, pelo contínuo estresse e mal-estar.

 A verdade é que o mercado é justo sim e seu patrão também. Ele te paga exatamente o que você vale em termos das suas qualificações profissionais e pessoais. Conheço uma infinidade de pessoas da mesma forma que você. Dessas pessoas que conheço, as  dividiria em três grupos. O primeiro é de pessoas que trabalham demais e ganham bem menos do que acham que merecem e como conseqüência são revoltadas, têm qualidade de vida deplorável e se transformam em pessoas indesejadas por perto por estarem sempre mal-humoradas. O principal problema das pessoas que estão no grupo dos que trabalham muito e ganham uma miséria é que elas  querem ter, mas não deram atenção ao ser e ao fazer. Como pularam etapas, não estão minimamente preparadas para ter. Assim trabalham muito, mas por mais que trabalhem o dinheiro não vem e se conseguirem sobreviver até a aposentadoria, terão nela seus piores dias com falta de dinheiro e saúde debilitada.

Nesse grupo está a grande maioria dos trabalhadores brasileiros. O segundo é das pessoas que não trabalham muito, mas seus ganhos são bem melhores e a qualidade de vida que têm com sua família é  boa. Deram pouca atenção ao ser, mas se preocuparam com o fazer e isso se refletiu em um ganho melhor ainda que limitado. O terceiro grupo é o das pessoas que trabalham pouco, ganham muito e têm uma qualidade de vida pessoal e familiar excelente. Os que pertencem a esse grupo deram atenção primeiro ao ser, com crescimento pessoal e informações técnicas precisas, depois ao fazer e por último ao ter. Se o mercado é o mesmo e se alguns estão melhores que outros, a diferença está nas pessoas e não no mercado.

 Escreva o que você vai ler agora. Lamento te decepcionar, mas você ganha exatamente o que merece. Demorei para entender isso e a maioria das pessoas morrem sem entender. Se você ganha pouco o problema não está no mercado de trabalho ou no seu patrão e sim  dentro de você. Existem milhares de pessoas que ganham bem e outras tantas fazendo fortuna todos os dias. Existem grandes diferenças entre os que ganham muito e os que ganham pouco e a principal delas está no “SER” e não no fazer ou ter. Os pobres se apegam a paradigmas castradores e quando lhes aparece uma oportunidade com potencial de lhes deixar ricos, dizem que são muito ocupados e não podem fazer outra coisa além daquilo que já fazem.

Estranho que essas pessoas dedicam de 10 a 12 horas por dia para serem pobres ganhando por volta de R$ 500 e não têm uma ou duas horas por dia ou fim de semana para ficarem ricas. Jim Rhon, uma espécie de filósofo da arte de se desenvolver e ficar rico, diz que as pessoas gastam muito mais para ser pobres do que para serem ricas. Em outras palavras, é muito mais difícil manter-se pobre do que ascender à riqueza. Perdão, mas pobreza é pecado. Quando ouvi isso pela primeira vez cheguei achar que era uma galhofa, mas com o tempo percebi que o homem tem razão. Nos custa muito mais sacrifícios nos manter na pobreza do que ascender à riqueza. Assim, caro leitor, não pule etapas, antes o “ser”, que significa crescimento pessoal e informações técnicas precisas. Quando essa etapa for alcançada, mãos à obra e comece a “fazer”, e então logo você verá que o “ter” virá como conseqüência. Saboreie os frutos do seu progresso.
  
• Psicólogo, dr. em saúde mental, psicanalista e escritor
•  Prof. associado
- Instituto de Psicologia-UFU cvital@mailcity.com 
- Tel.34-9158-9012





Comentários (0)








18-10-2008


Ouvi falar!



A quantidade de informações que temos acesso em apenas um dia de nossa vida hoje equivale a mais informação do que uma pessoa tinha acesso durante toda a sua vida há cinco séculos. Isso aumentou nossas possibilidades de entendimento de nós mesmos, das outras pessoas e também  da natureza e tudo a nossa volta. No entanto, num mero exercício hipotético, se ficássemos 24  horas por dia apenas aprendendo com as novas informações, passaríamos a vida inteira estudando e teríamos tido acesso a apenas uma quantidade ínfima de todas as informações  que  já existem  e novas que são colocadas à disposição a todo instante. Sabemos também que grande parte das informações pode ser classificada de “lixo”, não serve para nada e, muitas vezes, confunde as pessoas. Sendo assim, por termos menos tempo do que a quantidade de informações exige, alguns critérios precisam ser utilizados para filtrar  o que nos chega e, com isso, aproveitarmos ao máximo os benefícios das informações, nos protegendo das “falsas” informações

O meio acadêmico definiu alguns critérios para o que considera uma informação relevante ou não e busca se pautar dentro dele. De maneira geral, as informações consideradas dentro da ciência como relevantes são publicadas em alguns periódicos que “garantem” a seriedade do conteúdo da informação. Isso não é a prova de fraudes nem garante que de fato toda informação será relevante, mas não deixa de ser um filtro poderoso. Não é por acaso que quem se utiliza desses critérios costuma ter um grau de acerto muito maior do que quem usa apenas o senso comum. E por falar em senso comum, que critérios são utilizados pelas pessoas comuns para definir se uma informação é importante e relevante ou neutra ou mesmo destrutiva?.

Por incrível que pareça boa parte das pessoas estabelecem a importância ou não de uma informação quase sempre por influência da mídia ou, pior ainda, pelo “ouvi falar” e se tornam vítimas. A mídia quer convencer a todos que as informações que tem são as melhores, não porque de fato acreditam que sejam, mas porque grandes interesses comerciais estão em jogo e, quanto maior o número de pessoas que se identificam com suas informações, mais representa. Assim o indivíduo que não se policia, acaba fazendo o jogo da mídia em prejuízo próprio sem se dar conta. Por exemplo, eu não vejo mais televisão. Até a maioria dos canais pagos introduziram direta ou indiretamente propagandas. Novela nem pensar! Elas induzem a me preocupar com a estória contada pelo diretor por meio de artistas, enquanto meus problemas continuam exatamente onde sempre estiveram se eu não tomar providências e eles ganhando dinheiro com a minha audiência.

Pior ainda é a situação dos que tomam decisões a partir do “ouvi dizer”. Diariamente passam por nossos ouvidos informações desse tipo. Já fomos tão enganados que suspeitamos de todas as informações, mas no dia–a-dia somos obrigados a tomar decisões a partir das informações que temos. Como nossa mente está cheia de “ouvi dizer”, decidimos votar em determinado candidato ou não porque “ouvimos dizer que” que ele é bom ou não é bom; não comemos determinada comida porque “ouvimos dizer que” faz mal. Não fazemos determinada viagem, pois ”ouvimos dizer que” o índice de assaltos na rodovia é alto; perdemos a melhor oportunidade de nos desenvolvermos pessoalmente e profissionalmente porque “ouvimos falar“ que a empresa não presta; não vamos morar em determinado bairro porque “ouvimos falar“ que os vizinhos são péssimos; não lemos determinado autor, pois “ouvimos falar” que ele não é bom escritor. Bem a lista é infinita. Não duvide, a todo instante todos nós temos que tomar decisões e de cada uma delas depende nosso sucesso ou fracasso na vida. Quanto mais suas decisões são conseqüência daquilo que a mídia passa como bom para cada um de nós; quanto mais suas decisões são tomadas a partir do “ouvi dizer”, menos chances de sucesso você terá na vida. Dê uma olhada no seu passado e veja suas conquistas e terá uma idéia do quão acertado tem sido suas decisões.
 
* Psicólogo, dr. em saúde mental, psicanalista e escritor - Prof. Associado
- Instit. de Psicologia-UFU-Email: cvital@mailcity.com  Tel.034-9158-9012





Comentários (2)



Comentários




Jorge Amorim
19-10-2008
Olá Dr.Cláudio, gostei de sua coluna essa semana, pois alerta para que as pessoas venham a buscar sua identidade, procurando nos fatos e notícias que estão a sua volta aquilo de real que existe. Concordo que todos hoje somos prisioneiro de uma mídia comercial em 100 por cento e por isso que acho que a lembrança de que somos serem que temos raciocínio próprio vem bem a calhar. Um abraço Jorge Amorim.




Sue
23-10-2008
Adorei a matéria desda semana, pois realmente nos faz refletir e pensar mais em nosso EU interior, em nós como pessoa, cidadão e dono de nossas decisões e que se sempre continuarmo a dá ouvidos aos "ouvi dizer" sempre ficaremos em nossa vida, sem emoção, sem sentido, pois isso nos faz ficar parado no tempo com medo de avançar para alcançar nossos objetivos. Até mais Drº Cláudio e um bom término de semana.










11-10-2008


A voz do silêncio!



Já me sentei à beira-mar em uma cadeirinha de balanço ao entardecer. Eram os últimos minutos do dia em que o astro rei ainda mostrava sua exuberância, mas de maneira mais branda. Seus raios já não faziam doer a pele e tive sorte, pois não tinha mais ninguém em volta. Éramos apenas eu e o mar.

Dei uma olhada panorâmica como se estivesse tomando conta do pedaço e, em seguida, me estiquei na cadeira, como se quisesse me deitar sobre todo o mar. A leve brisa acariciando minha cabeça fazia lembrar o pouco de cabelos que tenho, mas o suficiente para sentir alguns deles a cutucar suavemente as partes descobertas da cabeça.

Dizem que o mar mobiliza medos, pois a mim mobilizou harmonia, paz e bem estar. Mais que isso, meus medos se foram e é sempre assim quando estou diante do mar. Por isso talvez eu precise tanto do mar. Meses sem conviver pelo menos um dia com essa imensidão salgada me tornam ansioso e carente de seus feitos terapêuticos. A grandeza do mar me contamina e minha insignificância por alguns momentos é substituída por uma sensação de poder incontestável, como se o tanque da minha alma fosse abastecido do mais puro combustível e me deixasse pronto para muitas viagens sem importarem a direção ou os perigos.

De alguma forma, aquilo que as religiões chamam Deus, eu sinto intenso em cada gota de água. Não é somente aí que sinto a presença Dele, mas da mesma forma que o infinito do céu é expressão de sua existência, o mar também me deixa pleno Dele, pois são as infinitudes se misturando comigo.

Para mim, no mar, Deus se manifesta de diversas formas. Uma delas está relacionada com a audição. O vento faz aquele zummmmm nos meus ouvidos; as ondas fazem aquele chuáaaaaaaaa, enquanto vão se consumindo em direção à praia, depois daquele plafttt, ao quebrar ainda meio longe da praia. Outra se relaciona com a visão. Aquela imensidão azul me faz mergulhar em mim mesmo e desvendar segredos que até então estavam guardados a sete chaves; aquele véu de noiva desenhado pelas ondas na areia ameniza as tensões acumuladas em meus pés em mais um dia intenso de trabalho. Não necessito de muito tempo para ser contaminado por toda essa grandeza, mas a vontade é deixar o tempo passar e ali permanecer até que o astro rei, ao ir embora, coloque milhares de substitutos na abóbada celeste.

Tudo o que descrevi acima foi maravilhoso sentir e sempre que me aproximo do mar o mesmo se repete. No entanto, no mar, curiosamente nunca consegui ouvir a voz do silêncio e, pasmem, quando eu a ouvi pela primeira vez, me dei conta que é um dos sons mais doces e agradáveis de serem ouvidos. Gosto de Beethoven, adoro Bach e Mozart me encanta. Mas quando ouço o silêncio, o mesmo tipo de emoção me é aflorada e com a mesma intensidade. Não é fácil ouvir o silêncio, já vou avisando, mas se já tentou uma vez, continue tentando, pois o dia em que conseguir ouvi-lo pela primeira vez vai querer ouvir sempre, como uma melodia que você ouve e ela lhe harmoniza a mente.

Sempre gostei de morar em lugares sossegados. Uma vez acordei de madrugada e deitadinho em minha cama, encolhidinho debaixo do cobertor, veio a surpresa: ouvi pela primeira vez a voz do silêncio. Não queria dormir mais, pois se travou um diálogo. Não fiquei louco não. Quando conversamos com o silêncio não precisamos falar absolutamente nada, pois a comunicação com ele não depende de palavras. Com essa voz surda entendi que as palavras encobrem enquanto o silêncio revela.

Outra situação em que ouvi essa voz maravilhosa foi em acampamento. Algumas vezes já acampei e dormi em barracas improvisadas com pedaços de pau e folhas de palmeiras no meio da floresta. Impressionante como o silêncio aí fala mais alto. Você não precisa fazer absolutamente nada, apenas ficar quietinho que aos poucos as forças do silêncio se misturam com as características da natureza. Você é despido naturalmente de todos os seus limites e sentimentos negativos e logo um sentimento de proteção e uma profunda paz o fazem adormecer como que embalado pela mamãe natureza. Nana, neném!

* Psicólogo, dr. em Saúde Mental, psicanalista, escritor e professor associado. Instituto de Psicologia—UFU
cvital@mailcity.com





Comentários (0)








04-10-2008


A Bisa e as crenças



Tivemos, eu e minha família, o privilégio de receber,  mês passado, a visita da bisavó de nossas filhas, que esteve conosco por mais de um mês. Ela tem 78 anos, é analfabeta a ponto de não saber escrever seu próprio nome, e vive em São Paulo - Capital, portanto 600 quilômetros de onde moramos. Por tratar-se de pessoa consangüínea de minha mulher, nunca tinha tido a oportunidade de conviver com dona Ica, carinhosamente chamada por minhas filhas de “bisa”, mas tinha ouvido muitos comentários negativos  sobre ela. Fazia muitos anos que a convidávamos para passar uns dias conosco, porém, suas filhas afirmavam que ela era muito velha e doente e que não poderia viajar. Ainda que tenhamos aventado várias possibilidades de meios de transporte para ela, todas enfrentaram resistência por parte da família. Depois de muita insistência, conseguimos trazê-la de automóvel. No início da viagem, ouvimos recomendações das mais variadas sobre o estado de saúde da bisa, de seus problemas na alimentação e da necessidade de a viagem incluir várias paradas e baixa velocidade, pois ela costumava passar mal. Nos fizeram também trazer uma pequena farmácia para os tantos problemas de saúde que ela tinha. Nos chamou a atenção o fato de que todas essas opiniões negativas e limitadoras não partiam da bisa e sim dos parentes. Um mês de convivência foi destruindo uma imagem e reconstruindo outra.

Essa mulher é uma pessoa forte, doce, sábia, fala pouco e escuta muito, e transmite no seu olhar segurança e afeto como poucas pessoas o  conseguem fazer. Tanto a viagem de vinda quanto a de volta transcorreu sem problemas. Desde o momento em que dona Ica entrou em nossa casa, lidamos com ela com expectativas positivas frente a seu estado de saúde. Todas as vezes que ela afirmava algo negativo de tanto ter ouvido das pessoas próximas afetivamente, negávamos sua afirmação e no lugar fazíamos com veemência uma afirmação positiva. Em outras palavras, negávamos velhos paradigmas e oferecíamos outros que eram  adaptativos,  tanto para a sua alimentação quanto para seu estado de saúde e bem estar. Aos poucos, ela foi assimilando nossas afirmações, acompanhou nossos hábitos alimentares, sua pressão se normalizou e seu estado geral de saúde era ótimo. O único problema que tínhamos eram os constantes telefonemas dos parentes para saber o estado de saúde da Bisa sempre com a expectativa de doença, recomendações sobre os remédios e horários em que deveria tomá-los.

O tempo de permanência dessa sábia bisa foi de grande harmonia e paz. Nossas filhas viveram momentos de intenso afeto e amor e se apegaram tanto a essa mulher que sofreram muito com sua ida. A conseqüência natural desse estado interior é a saúde e o bem estar. Ninguém que realmente tenha em sua mente apenas sentimentos identificados com o amor terá doenças e dor. Isso é verdade universal, ainda que tantas vezes tenhamos dificuldades para entender. O grande problema que a bisa estava enfrentando eram as crenças irracionais, expectativas relacionadas com idade e idéias negativas por décadas insufladas em sua mente pelas pessoas próximas de si. O  que imaginamos quando pensamos em uma pessoa de quase 80 anos? Nos vem à mente uma velhinha, quase sempre de muletas, saúde debilitada, escrava de remédios, assídua visitante de consultórios médicos e leitos de hospitais e precisando ser amparada por parentes, uma vez que já está inválida. Quando todos têm esse tipo de crença, não há muito escape para o idoso e até ele acaba crendo no que todos crêem. Pois não é o caso de dona Ica e de tantas pessoas que lutam e conseguem superar velhas crenças e expectativas da mente mortal, substituindo-as com paradigmas identificados com a perfeição, onipotência e harmonia.

Caro leitor, não importa quem é você e muito menos o que você faz. Mas se tua vida tem como companhia a doença, a dor, o sofrimento e a desarmonia, todos os dias pela manhã, ao acordar, decrete que seu dia será ótimo e alimente sua mente apenas com idéias positivas e construtivas. Jamais semeie ou deixe que semeiem  na tua mente plantas daninhas para que os frutos não sejam amargos. Todo ato é conseqüência  de paradigmas que eram  crenças, que antes foram pensamentos e que para se tornar pensamentos foram semeados em nossa mente como idéias. Ainda que esteja passando por dificuldades, vista os óculos de Deus a veja tudo e a todos como perfeitos e a mais pura expressão do Amor Divino. Apenas quando você se transformar, o mundo a sua volta se transformará.  A beleza da flor está nos olhos de quem a vê. Pense nisso! 

* Psicólogo,dr. em Saúde Mental, Psicanalista e escritor - Prof. Associado - Instit. de Psicologia-UFU-Email: cvital@mailcity.com  Tel.034-9158-9012
 





Comentários (2)



Comentários




Sueli Fiori
04-10-2008
Olá cláudio. Belo texto e precioso ensinamento. Estas sugestões mentais agressivas, negativas, muitas vezes acabam influenciando a todos ao nosso redor, inclusive nos pegam de surpresa e entramos no mesmo barco sem querer e deixamos de anular o erro, a imperfeição, acabando por sermos vítimas do mesmerismo Vigiemos nossos pensamentos, para que eles se manifestem em vivência harmônica, saudável , amorosa. Gostei muito...desta lição de amor praticado. bjssss Sueli




Sue
07-10-2008
Creio que a nossa saúde e bem estar e fruto das nossas mentes, e que somos "ímas" para puxar coisas boas e ruins, e que a maioria dos acontecimentos em nossa vida é nossa própria vontade, atraindo coisas ruins principalmente.Pois nos dias de hoje, vemos ao nosso redor a falta de esperança com futuro e até mesmo a de viver. Mas, se cada um de nós fizesse como Dona Inca, tivessemos uma paz interior estariamos bem melhor conosco mesmo e reclamariamos menos, e agradeceriamos mais. Obrigada Drº Cláudio por nos fazer refletir sobre nossas vidas.
















.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletronico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal Correio.