
Galera, o show do Marcelo Camelo, no Arte na Praça, no próximo dia 23 não vai mais acontecer.
A Diretoria de Cultura da Universidade Federal de Uberlândia, responsável pelo evento, divulgará em breve a causa e as novas atrações.

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Juan Stewart, da Argentina, empresta seu talento ao "Si no Puedo Bailar, no es mi Revolución" |
Adreana Oliveira
Editora
Na era da música digital é possível que um disco ainda o atraia pela capa. Ou pelo encarte, ou por um belo pôster que você não imagina como coube dobrado dentro da embalagem 10x10. Mas a arte que vem embalada nesta outra arte é o som de músicos latinos reunidos no projeto “Si no Puedo Bailar, no es mi Revolución”, que destilam experiências sonoras em seu “Pero Ese Olor en el Cuarto del Piano Fue el Primer Perfume que Necesitó en su Vida”.
Se o seu espanhol não é dos melhores, não se preocupe porque o idioma neste caso não é uma barreira. A maioria das músicas é instrumental. Porém, isso não torna o disco mais fácil de se ouvir. Os habituados a guitarras, baixos e baterias, e quando muito um teclado, terão que treinar a audição para instrumentos mais inusitados.
O brasileiro Rodrigo Maceira é curador e coordenador do projeto, que surgiu após alguns contatos dele com os consulados ou com o Centro Cultural de España, em São Paulo. “Sempre digo que a aproximação entre jovens artistas é fundamental para que de fato se estruture um intercâmbio cultural na América Latina.”
O CD vem com um selo que diz: Esta é a trilha sonora imaginária para um livro. Isso também é música latino-americana contemporânea. Admirador de artistas como a islandesa Björk, Rodrigo trouxe para o “Si no puedo bailar...” a idéia de aproximar a produção independente de artistas da América Latina para desmistificar algumas coisas e dirigir as pessoas para assuntos de interesse comum, pontos de convergência. ”Nem sempre as instâncias culturais estão abertas à proposta, pois, às vezes, prevalece o vício de se pensar cultura latino-americana exclusivamente como ‘raiz’.”
A idéia do grupo é confundir e unir tradição e novidade. Outro detalhe que quase todos os músicos envolvidos neste trabalho têm atividades relativas a outros projetos, como ilustração, teatro, literatura, e, no fim, tudo vira música. Uma curiosidade. Quando você coloca o disco no Windows Media Player, ele entra como categoria Infantil.
Grammy confirma o senso comum
Em semana de Grammy Latino, este projeto independente é o grito de liberdade do “Si no Puedo Bailar, no es mi Revolución”. “Em grande medida, o Grammy Latino reproduz o senso comum sobre a música latino-americana”, afirmou Rodrigo. Ele tem razão. O maior premiado da festa, que aconteceu em Houson (EUA), na quinta-feira, foi o colombiano Juanes com seu pop dançante. Porém, isso não elimina a inclusão de bons artistas, disse Rodrigo, que destaca Café Tacuba — que levou os Grammy Latino de Melhor Canção Alternativa e Melhor Canção de Rock — , Caetano Veloso, Manu Chao, Arnaldo Antunes, Julieta Venegas – Grammys Latino de Melhor Álbum de Música Alternativa e Melhor Vídeo Longo — e Roberta Sá.
Várias horas de pesquisa no MySpace
Entre as 19 canções de “Pero Ese Olor en el Cuarto del Piano Fue el Primer Perfume que Necesitó en su Vida”, a idéia principal é mesmo de uma trilha sonora. O roteiro fica por conta da sua imaginação. Defendem a bandeira verde-amarela o Posnormal, que, segundo o curador Rodrigo Maceira, é um resultado de horas de pesquisa no MySpace, o site de música que mais cresce no mundo. Já o Lise é o projeto-solo de um dos membros do grupo mineiro Constantina. “São dois projetos entre o ambiente e o experimental, com linha melódica repetitiva e suave. Gosto muito dos dois”, afirmou Rodrigo. Há também ótimos momentos com Boom Boom Clan (Venezuela), Juan Stewart (Argentina), entre outros. Para saber mais, acesse o Myspace e Cuarto Delpiano.
Ouça “Difícil”, de Posnormal, do disco “Pero Ese Olor en el Cuarto del Piano Fue el Primer Perfume que Necesitó en su Vida”.
Ouça “Sinara Aissatou”, de Lise, do disco “Pero Ese Olor en el Cuarto del Piano Fue el Primer Perfume que Necesitó en su Vida”.
GIRO INDIE
Está no site do Radiohead: Março, 2009, Brasil e Argentina com datas para shows a começar. Estou feliz pelo resto do ano! Os nomes dos países estão abaixo do show de 27 de março, que será no Chile.
Quem dará as caras por Uberlândia no próximo dia 23 em mais uma edição do Arte na Praça é Marcelo Camelo, do Los Hermanos.
A primeira Zombie Walk de Uberlândia acontece no próximo dia 22, a data prevista anteriormente era 15 de novembro. Detalhes no Orkut, pode preparar seu traje.
No próximo fim de semana rola a 13a edição do Goiânia Noise Festival. Neste ano, os caras estão invocados. Além de Goiânia, São Paulo terá o seu “Goiânia Rock Festival”. A grande atração das duas versões é a banda Vaselines, de Eugene Kelly e Frances Mckee, que se apresenta por aqui com Stevie Jackson e Bobby Kildea (Belle & Sebastian) e Michael McGarin (1990`s/Yummy Fur). Entre os gringos do Noise GO estão escalados ainda Black Lips (EUA), Helmet (EUA) (foto), Black Mountain (Canadá), Motek (Bélgica), Flaming Sideburns (Finlândia), The Tormentos (Argentina), The Ganjas (Chile) e Calumet-Hecla (USA). Em Sampa, o festival acontece nos dias 21 e 22 de novembro e em Goiânia de 21 a 23, também deste mês.
| Brendan Ray/Divulgação |
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| Helmet fecha o Noise domingo |
Goiânia Noise Festival 2008
SEXTA-FEIRA 21/11
01:20 Marcelo Camelo (RJ) palco Monstro
00:40 Black Lips (USA) palco TramaVirtual
00:00 Vaselines (Escócia) palco Monstro
23:30 Lucy And The Popsonics (DF) palco TramaVirtual
23:00 Frank Jorge (RS) palco Monstro
22:30 Motherfish (GO) palco TramaVirtual
22:00 Canastra (RJ) palco Monstro
21:30 Continental Combo (SP) palco TramaVirtual
21:00 Calumet-Hecla (USA) palco Monstro
20:30 The Backbiters (GO) palco TramaVirtual
20:00 Mickey Junkies (SP) palco Monstro
19:30 Holger (SP) palco TramaVirtual
19:00 Diego de Moraes e o Sindicato (GO) palco Monstro
18:40 Demosonic (GO) palco TramaVirtual
18:10 Gloom (GO) palco TramaVirtual
SÁBADO 22/11
01:20 Instituto (SP) palco Monstro
00:40 The Flaming Sideburns (Finlândia) palco TramaVirtual
00:00 Black Mountain (Canada) palco Monstro
23:30 Black Melkon (Inglaterra) palco TramaVirtual
23:00 Cabruêra (PB) palco Monstro
22:30 MQN (GO) palco TramaVirtual
22:00 The Dead Rocks (SP) palco Monstro
21:30 Gangrena Gasosa (RJ) palco TramaVirtual
21:00 Os Ambervisions (SC) palco Monstro
20:30 Black Drawing Chalks (GO) palco TramaVirtual
20:00 Guizado (SP) palco Monstro
19:30 Amp (PE) palco TramaVirtual
19:00 Mugo (GO) palco Monstro
18:40 Mersault e Maquina de Escrever (GO) palco TramaVirtual
18:10 Cicuta (GO) palco TramaVirtual
DOMINGO 23/11
00:20 Helmet (USA) palco Monstro
23:20 Inocentes (SP) palco Monstro
22:40 Periferia SA (SP) palco TramaVirtual
22:00 Claustrofobia (SP) palco Monstro
21:30 The Tormentos (ARG) palco TramaVirtual
21:00 Loop B (SP) palco Monstro
20:30 Mechanics (GO) palco TramaVirtual
20:00 The Ganjas (Chile) palco Monstro
19:30 Bang Bang Babies (GO) palco TramaVirtual
19:00 Motek (Bélgica) palco Monstro
18:30 Hillbilly Rawhide (PR) palco TramaVirtual
18:00 Heaven`s Guardian (GO) palco Monstro
17:40 Goldfish Memories (GO) palco TramaVirtual
17:10 Figado Killer (GO) palco TramaVirtual
Mais detalhes, acesse.

| Foto:Divulgação |
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| É quase verdade |

Adreana Oliveira
Editora
| Foto:Divulgação |
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| Guille Savoi, de branco, elogiou camaradagem das bandas brasileiras |
Quando a Silicon Fly veio pela primeira vez ao Brasil não era um nome muito conhecido. Na ocasião, acompanharam o Evanescence na turnê brasileira de 2007. A banda uruguaia passou novamente pelo Brasil, em uma situação diferente: atração principal. Os shows fazem parte da tour do segundo disco do grupo, “Find a Way”, sucessor de “Here We Are”.
O vocalista Guille Savoi, que fala bem português, conversou com o CORREIO de Uberlândia sobre a Silicon Fly, que começou com ele em 2001 e, hoje, se completa com Santiago Olariaga (violão e vocal), Germán “Vikingo” Varela (violão e vocal), Fernando “Pomo” Vera (baixo) e Marcelo “Mape” Bossio (bateria).
Gille deu início ao seu projeto com 17 anos. Será que ele acredita que adolescência é a melhor época em que se formar uma banda de rock? “Com certeza é a fase em que a gente começa a gostar de rock, então, acho que, no fundo, sim”, afirmou o vocalista.
As composições do primeiro disco, “Here we are”, foram diretamente influenciadas por uma temporada que Guille passou na África do Sul, em Capetown. “Só não me influenciou no sentido dos ritmos locais, mas pelo mundo novo que conheci, pessoas novas, tudo diferente do Uruguai”.
Até “Find a Way”, Guille avalia a evolução do Silicon Fly como sua evolução pessoal. Ele diz que muita coisa mudou entre um disco e outro e a experiência obtida como músico e compositor agregou novos elementos à música da banda com a qual ele começou a agir de forma mais profissional. “‘Find a Way’ representou um passo enorme para mim.”
Atualmente Guille, Santiago e Vikingo moram em Buenos Aires. Pomo e Mape continuam em Montevidéu. Isso não atrapalha os ensaios nem a agenda da banda. A escolha que Guille fez pela capital argentina se deu pela cena musical naquela cidade. “Tem vários shows, bares de música e você troca experiências com muita gente. É como sair de uma cidade média no Brasil e ir para São Paulo”, afirmou.
Já se passou um ano desde a turnê do Silicon Fly com Evanescence, mas até hoje os músicos colhem frutos deste trabalho. O vocalista Guille Savoi disse que esta foi a experiência mais marcante, em termos de apresentação, que viveu até hoje. “Tocamos para mais de 60 mil pessoas com uma megaprodução num país novo em nossa carreira. Até hoje eu penso que foi um sonho que eu sonhei acordado.”
Após a turnê, eles voltaram a várias cidades da América do Sul em shows-solo. No Brasil, “Without You” está na trilha de “Malhação” e eles participaram de outros programas globais, como “Altas Horas” e “Vídeo Show”.
Nos últimos 18 meses, eles passaram pelo Brasil, pela Argentina e pelo Uruguai. Em 2009 querem ir ao México, que, segundo Guille, também tem uma grande cena de pop rock.
Por aqui, tocaram com bandas como CPM 22, Fresno, NxZero e Strike. O Silicon Fly se sentiu em casa. “Ficou um clima de camaradagem total, os caras foram nota 10 com a gente. Espero por eles na Argentina e já temos planos de voltar ao Brasil em janeiro.” E a trilha para essa viagem? No iPod de Guille tem rolado Metallica, Pantera, Amy Winehouse e Charlie Brown Jr. Para saber mais: www.siliconfly.com.
GIRO INDI
E
Foto:Divulgação

Nova versão de 90210
Na TV
Semana de estréias na TV a cabo. Entre os destaques, a sétima temporada de “Smallville: As Aventuras do Superboy”. Quem acompanha as aventuras do jovem Clark Kent percebeu que ele já aceitou seu destino de super herói. Resta saber se esta será realmente a última temporada. Michael Rosenbaum, a personificação perfeita do jovem Lex Luthor, não está mais no elenco. Também na Warner entraram no ar as novas temporadas de Two And a Half Men e The Big Bang Theory, que estreou este ano e já tirou de Charlie Sheen e cia. o posto de comédia mais vista da Warner. Porém, “Supernatural” e “E.R.”, que chega à 15a e última temporada, aqui no Brasil, só em 2009.
Entre as novas séries da Sony, a versão 2008 de “Berverly Hills 90210”, o Barrados no Baile que arrasou nos anos 90 volta rebatizado apenas de “90210” (foto). Novos personagens e um roteiro que não difere muito da primeira versão. Mas, a música parece que vai dar o tom da série, assim como fez em The OC. Só no primeiro episódios músicas novas de Coldplay, The Offspring e até os meninos do MGMT. Na Fox a estréia mais aguardada aconteceu na quinta-feira com “Dexter”.
AC DC na estrada
| Foto:Divulgação |
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| AC DC está na estrada |

Com informações da In Press
| Foto:Divulgação |
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| Cantor se apresenta no Brasil em 2009 |
Os ingressos para o show de São Paulo começam a ser vendidos a partir das 22h de sábado, 8 de novembro. Para o show do Rio de Janeiro, as vendas começam às 22h de domingo, 9 de novembro, aqui ou pelo telefone 4007-1007 (ligação local de qualquer parte do Brasil).
Em São Paulo, também será possível comprar ingressos para o show nas bilheterias do Estádio do Pacaembu a partir de domingo, 9 de novembro, sempre das 9h às 18h. Nos dias de jogo no Pacaembu a bilheteria não funcionará.
No Rio de Janeiro os ingressos estarão também disponíveis na bilheteria do Maracanazinho, a partir de segunda-feira, 10 de novembro, das 9h às 18h. Nos dias de jogo no Maracanã a bilheteria não funcionará.
Serão disponibilizados 30 mil ingressos para a apresentação de São Paulo e 35 mil ingressos para o Rio de Janeiro. A censura do evento é livre, sendo que, menores de 18 anos somente acompanhado dos pais ou responsáveis.
Setores disponíveis e valores dos ingressos
Dia 17/01/09 – São Paulo- Arena Skol Anhembi
Pista Premium - 5 mil ingressos
Inteira R$ 550
Meia/Estudante R$ 275
Pista - 25 mil ingressos
Inteira R$ 250
Meia/Estudante R$ 125
Diia 19/01/09 – Rio de Janeiro - Praça da Apoteose
Pista Premium - 5 mil ingressos
Inteira R$ 550
Meia/Estudante R$ 275
Pista/Arquibancada - 30 mil ingressos
Inteira R$ 250
Meia/Estudante R$ 125

ADREANA OLIVEIRA
Editora
| Foto:Adreana Oliveira |
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| The National |
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| MGMT |
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| Neon Neon |
| Foto:Adreana Oliveira |
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| Cérebro Eletrônico |
| Foto:Adreana Oliveira |
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| Novo Som 01-11-08 |
Exclusivo no site
Diário
Minha ida para São Paulo para a cobertura do Tim Festival foi de última hora. Dois cancelamentos, The Gossip e Paul Weller, foram duas grandes baixas. Mas, como a gente não perde nada por procurar algo novo e diferente, custava pouco mais essa viagem. Sem contar que São Paulo é sempre uma ótima opção para quem quer se divertir.
QUINTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO
NEON NEON
Confesso que fiquei bem perdida quando cheguei no Ibirapuera. Um calor dos infernos e me indicaram vários lugares errados antes de me encaminharem ao lugar certo para pegar minha credencial.
Como não havia substituto para The Gossip, os shows na Arena seriam apenas Neon Neon e Klaxons. Os primeiros, totalmente desconhecidos para mim. Klaxons foi mais um daqueles hypes ingleses que a gente sempre tem que ouvir com uma certa desconfiança até entender qual é a dos caras.
Tudo certo com a credencial, hora de dar uma volta. Por sorte encontrei dois caras legais que caíram de pára-quedas no Ibirapuera graças à sorte de um deles, que ganhou um par de ingressos em um sorteio. Afinal, o preço era salgado: R$ 150.
Companhia para passar o tempo até começarem os shows. O que rolou por volta das 21h10. Neon Neon. “Oi São Paulo. Boa noite. Esse show é sobre a vida de John De Lorean”, anunciou o vocalista Gruff Rhys. De Lorean? Resumindo, o primeiro disco do Neon Neon, o Stainless Style, é uma homenagem à obra do engenheiro americano que inventou o DMC-12, aquele modelo que viaja no tempo no filme “De Volta Para o Futuro”. Sim. Eu pesquisei.
Eles entraram com dois teclados de mão. Nada mais anos 80!. Outras frases surgiram entre as primeiras músicas: “A gente ama você , São Paulo”, “obrigada”, mas não eram ditas pelo vocalista ou ninguém visível no palco. Eis que surge uma figura que mais tarde descobri que era um tal Har Mar Superstar. É tipo um figura carimbada em festivais gringos. Faz participações especiais em diversos shows.
A partir daí ele roubou a cena. Não sobrou para a vocalista e baixista Cate Thimothy. O visual trash, a barriga enorme aparente, luvas douradas e uma camiseta do Menudo??!! Entre as músicas ele falava sobre Klaxons. “Nós amamos eles e eles nos amam”. Foi um show curto, nove músicas.
Em “Stainless Style” um problema no microfone atrapalhou um pouco os planos de Rhys, mas, ao final, tudo deu certo para os seus berros finais. E foi isso. Trinta minutos de uma viagem sonora por um tempo e um estilo ainda não classificados.
Setlist Neon Neon
Theme/ Dream Cars/ I Told Her Onh Alderran/ I Lust U/ Trick 4 Treat/ Michael Douglas/ Sweet Shop/ Stainless Style.
Neon Neon é:
Brian Hollon (produtor e teclados)
Kevin Stevens (bateria)
Sean Tillman (vocal)
Cate Thimothy (vocal)
Gruff Rhys (vocal)
Confira o vídeo de Michael Douglas.
Fotos do festival.