Na quinta-feira, dia 25 de setembro, foi comemorado o Dia Nacional do Trânsito.
O trânsito é toda a movimentação de carros, bicicletas, ônibus, motocicletas, caminhões e pedestres. É o vai e vem nas ruas que, justamente por não parar de crescer, exige regras que precisam ser cumpridas para que todos possam ir e vir sem problemas.
| Foto:Deborah Borges |
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| Trânsito: um assunto sério |
Em uma rua ou rodovia é importante prestar atenção no que está desenhado nos pavimentos. A faixa de pedestres é um exemplo destes desenhos.
Ele indica onde o pedestre deve atravessar e onde tem a preferência.
Em alguns locais da cidade, os veículos devem parar sempre que houver uma pessoa atravessando a rua na faixa. Em outros, a travessia, mesmo na faixa, é regulada pelos sinais luminosos.
As faixas de retenção indicam a linha limite que o veículo não deve ultrapassar enquanto aguarda sua vez em trevos e cruzamentos. Geralmente vêm acompanhadas da inscrição ‘Pare’.
Algumas linhas nas estradas e rodovias variam sua mensagem de acordo com a cor, a espessura e a segmentação. Em vias de mão dupla, as faixas de circulação são divididas por uma linha amarela. Quando a via é de sentido único, há linhas brancas.
Semáforo
Foto:Deborah Borges

Semáforo
Não importa como seja chamado: o farol, o sinal, o semáforo...
Todos significam o poste afixado nos principais cruzamentos de uma cidade, que possui luzes coloridas que se acendem uma de cada vez para indicar de quem é a vez de passar.
O significado, você já deve saber.
Quando a luz vermelha está acesa significa que é para parar.
O verde diz que o condutor pode seguir o tráfego com seu veículo. E o amarelo simboliza atenção, pois indica que dentro de alguns segundos a luz vermelha se acenderá.
Em muitos cruzamentos onde há faixas de pedestres, juntamente com a caixa de luzes indicativas para os veículos, há também o sinal para quem circula a pé. A luz normalmente é o desenho de um boneco. Se estiver verde para os veículos, o boneco aceso estará vermelho. Ou seja, o significado das cores é o mesmo para qualquer tipo de sinal de luminoso.
| Foto:Deborah Borges |
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| Sistema Nacional de Trânsito |
Sistema Nacional de Trânsito
Para administrar e coordenar o trânsito em todo o País, inclusive para que haja regras únicas que valham em qualquer localidade no Brasil, existem órgãos federais, estaduais e municipais com atribuições específicas.
O Conselho Nacional de Trânsito, Contran, é o órgão máximo do Sistema Nacional de Trânsito (SNT). É ele que orienta as políticas de trânsito no País e coordena os demais órgãos do SNT. Ao Contran cabem os processos de normatização dos procedimentos relativos a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores e registro e licenciamento de veículos.
O Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, é responsável por fazer cumprir o Código de Trânsito Brasileiro. Deste modo, o Denatran supervisiona, coordena, controla e fiscaliza a execução da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito. Além disto, atua no combate à violência no trânsito, com órgãos de segurança pública.
A Polícia Rodoviária Federal tem a missão de fazer patrulhamento, coletar dados estatísticos de acidentes e de serviços de socorro, cuidar do atendimento e salvamento de vítimas, aplicar e arrendar multas por infrações de trânsito e assegurar a livre circulação nas rodovias federais.
Existem ainda os Departamentos Estaduais de Trânsito, Detrans. Os Detrans fazem vistoria e inspeção de veículos, aplicam multas, realizam planejamento de trânsito nas áreas de sua competência, cuidam da sinalização e muito mais.
Nos municípios ficam sob a responsabilidade das prefeituras a sinalização, a fiscalização, a aplicação de penalidades e a educação de trânsito. Compete aos órgãos executivos municipais exercer o planejamento, o projeto, a operação e a fiscalização nas ruas da cidade.
*Fontes: www.ibge.gov.br, Detran PR